Star Wars "Rogue One" chega ao Brasil

"Rogue One: Uma história Star Wars", primeiro filme da saga espacial que acontece fora das trilogias e estreiou nesta quinta-feira (15) no Brasil, mostra o lado sujo e humano de "Star Wars".

 

Essa característica aproxima a produção do público e não serve apenas para chocar ou mostrar que nem tudo são flores e diversão na terra dos cavaleiros de Jedi. Tal humanidade existe para provar que guerras, conflitos e disputas ideológicas podem e devem ser enfrentadas por pessoas como nós, gente como a gente, e não apenas por seres dotados de poderes mágicos.

 

Em um mundo cada vez mais polarizado, "Rogue One" também defende com unhas e dentes a esperança e a luta por um ideal, além do valor do coletivo sobre o individual. A produção até tropeça no seu primeiro terço, com alguns problemas de roteiro inexistentes no sucesso "Episódio VII: O despertar da Força" (2015), mas felizmente o grande final climático compensa.

 

A Força é forte entre esses rebeldes. No filme dirigido por Gareth Edwards ("Godzilla"), a jovem e perdida Jyn Erso (Felicity Jones) comanda uma tripulação de membros da Aliança Rebelde, desertores, monges e mercenários na missão suicida de roubar todas as informações sobre a maior arma do Império Galático – e, de quebra, dar início aos acontecimentos de "Episódio IV: Uma nova esperança" (1977).

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